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PROJECT@ - um método para a felicidade

Antes de começar, gostava de lhe dizer que este é o 3º artigo de uma saga que começou a semana passada. Portanto, para que o compreenda melhor, sugiro que leia os outros dois. A sério! Sei que é chato, mas vá ao blogue procurar e depois volte aqui novamente. O 1º artigo foi sobre a minha definição de felicidade e o 2º foi sobre a minha fórmula de felicidade. Eu espero aqui. Até já.


(...)


A história deste trabalho já vai sendo longa.

A primeira vez que publiquei sobre o meu método foi em 2006, quando a APAEF (Associação Portuguesa de Aconselhamento Ético e Filosófico) foi convidada pela Editora Ésquilo a fazer uma parceria para a publicação de um Manual para os cursos de formação de Consultores Filosóficos.


(Veja a capa do livro no fim deste artigo)


Rapidamente esgotou e, atualmente, é difícil encontrar um exemplar à venda. Mas por vezes aparece! No OLX, na Amazon...

Ao longo do tempo, fui explorando o meu método. Sempre que possível, fazia demonstrações públicas em Congressos Internacionais, Workshops, eventos vários. E a verdade é que, quanto maior é a prática, maior é a experiência e, consequentemente, o conhecimento sobre.

Voltei a apresentar versões melhoradas e casos-de-consultas noutros livros e artigos. (Em Espanha, Itália, Coreia do Sul e Estados Unidos da América)

Foi por isso que em 2013 me apresentei a júri de doutoramento europeu na Universidade Nova de Lisboa, depois de um estágio na Universidade de Sevilha.

A partir daí, nunca mais parei de explorar o método. Comecei a usá-lo em Organizações e em diferentes tipos de problemas. Os resultados eram quase sempre positivos.





Aos poucos fui também ensinando outras pessoas a utilizá-lo, quer na sua vida pessoal, quer na sua vida profissional.

No Gabinete PROJECT@, vieram alunos de outros países: Brasil, Rússia, Espanha, Croácia, Bósnia-Herzegovina, etc. No entanto, fui convidado para ir a Itália, ao México, ao Brasil para apresentar o método.

Em Portugal, colaborei num curso de Filosofia Aplicada na Universidade no Minho, várias palestras e ações de formação na Universidade Católica Portuguesa e, atualmente, num curso de Pós-Graduação na Atlântica - Instituto Universitário.

Uma das principais ideias do meu método é que todos nós, seres humanos, somos "Projetos Fundamentais", como dizia o famoso filósofo alemão, Martin Heidegger. E o que quero dizer com isto? Quero dizer que o nosso ser está em constante construção e em constante auto-conhecimento. É um processo que só termina com a morte. (Para os mais crentes, podemos até admitir que continua depois da morte)

Portanto, a minha pessoa é o principal projeto.

Depois, demos os projetos mais exteriores, como por exemplo, comprar uma casa ao meu gosto. Além disso, também temos os projetos originais e os projetos recebidos (por educação/formação ou por cópia de outros).

Se está a gostar mesmo deste tema, então sugiro que leia uma das minhas Entradas neste Dicionário:


Outra possibilidade, é inscrever-se no novo curso de Pós-Graduação. Basta clicar AQUI.


Finalmente, existe ainda outra possibilidade para poder conhecer e experimentar o meu método:


Espero que tenha gostado do meu artigo de hoje. Até breve.


Lisboa, 29 de março de 2021.


Jorge Humberto Dias.



 
 
 

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